quinta-feira, 16 de agosto de 2012

tomb raider 2012 preview


O Jogo:
Como todos sabem o novo tomb raider vem para renovar a franquia contando com uma nova personagem e uma nova história,diferente de todos os outros titulos,Lara e humana e sofre como qualquer um humano,na história Lara esta num navio e o em uma tempestade o navio e naufragado e então Lara acorda e se ver em uma caverna pendurada e tem que se machucar para sair daquele lugar numa certa parte da primeira fase lara tambén e perseguido por um nativo mas consegue sair sã(ou san)e salva.no gameplay mostrado na E3 de 2011 lara faz tudo isso documentado aqui no blog!
A Personagem:
Lara agora e mais jovem e vai em busca de aventura,no trailer em uma certa parte lara diz o seguinte "Eu fui atras de aventura,mas a aventura me acho",agora lara foi "reformulada" esta mais bonita(ainda bem) esta mais humana a personagem de medidas impossível agora esta mais humana,agora Lara sofre para sair daquela ilha deserta.
Graficos(importatississississimo):
os graficos como sempre deixam qualquer um impressionado no trailer os graficos são incriveis,algumas pessoas que conheço ate confudiram e me disseram que aquilo não era jogo mas sim uma produção de cinema(no comments).deixo pra vocês o Trailer "Turning point"

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

STREET FIGHTER VS TEKKEN ANALISE


TUDO SOBRE O JOGO
ANÁLISE
PRÉVIA
GALERIA
VÍDEOS
Análise: Street Fighter X Tekken
comentários
PONTOS POSITIVOS
Troca aqui
"Street" com espírito de "Tekken"
Visual de "Street Fighter IV" repaginado
Gemas pra que te quero
Abrindo a caixa de Pandora
Para casuais e entusiastas
Online para todos
PONTOS NEGATIVOS
Não há pontos negativos relevantes
CONSIDERAÇÕES

Houve quem duvidasse que seria possível colocar os lutadores de “Tekken” no universo de “Street Fighter”.

Entretanto, esse casamento deu certo e, além disso, Yoshinori Ono e sua equipe conseguiram tornar o jogo desafiador para entusiastas de jogos de luta e também de fácil acesso para quem apenas gosta de brincar de lutinha virtual, contendo até mesmo um tutorial básico para quem nunca encostou o dedo em um game do gênero.

O título melhora tudo o que foi visto nos games mais recentes da série “Street Fighter”. Tecnicamente, não há erros, mas também não existe o impacto ou senso de renovação que foi mostrado em “Street Fighter IV” - e esse é o motivo que o separa da nota máxima. Ainda assim, sem dúvida alguma, é um game imperdível e que você deve correr para jogar assim que terminar de ler esta análise.
   
INTRODUÇÃO

Quando você vê um jogo com o nome “Street Fighter” logo pensa “este é mais um game em que dois caras se espancam até que um caia”, mas isso seria simplificar demais o que é apresentado em “Street Fighter X Tekken”.

O game que reúne os universos da Capcom e da Namco Bandai mescla estilos dos dois jogos e cria novas mecânicas em um novo ciclo de pancadaria para quem joga com os amigos - seja online ou na sala de casa.
PONTOS POSITIVOS
Troca aqui
O game consegue explorar o melhor dos dois mundos, começando com o sistema de Tag, claramente inspirado na série “Tekken Tag”, no qual duas duplas se enfrentam e vence o round quando o primeiro lutador for nocauteado – bem diferente da série “Versus” de “Street Fighter”, em que a luta continua até que todos os campeões de um lado sejam derrotados.

O sistema de tag permite que você faça uma combinação de golpes e chame o aliado para terminar o combo. A técnica permite usar os dois lutadores de uma forma bacana e simples. Basta fazer um combo e no final apertar soco ou chute forte duas vezes para chamar o parceiro e continuar a pancadaria.

A troca de personagens é importante para recuperar a vida de um lutador e é extremamente importante para manter ambos os lutadores em condições de luta e não correr o risco de acabar um combate prematuramente.
"Street" com espírito de "Tekken"
É estranho ver que jogos de universos tão distintos consigam se enfrentar em pé de igualdade. Enquanto Ryu e companhia aprenderam a usar combinações que mantêm o adversário no ar (juggle, no linguajar de “Tekken”), a turma de Jin e Kazuya não fica amedrontada com as bolas de fogo que são disparadas pelos lutadores de rua da Capcom.

Os guerreiros da Namco Bandai ganharam a opção de se esquivar dos projéteis, além disso, os agarrões “normais” tem uma área de alcance menor, o que dificulta a vida dos representantes da Capcom. No final das contas, essas pequenas mudanças conseguiram equilibrar os dois lados dos lutadores, mas ainda mantendo suas particularidades.
Visual de "Street Fighter IV" repaginado
“Street Fighter X Tekken” foi feito em cima de “Street Fighter IV” e você percebe isso desde a estrutura dos menus iniciais. O motor gráfico de “SF IV” mantém a mecânica de luta em 2D usando personagens tridimensionais - ainda assim, as imagens da tela lembram mais desenhos animados.  Os lutadores fazem caras e bocas quando são acertados, golpes soltam faíscas e relâmpagos e os cenários são bem animados e cheios de referências aos dois jogos da série.

Esses pequenos detalhes dão uma cara toda especial para o game, deixando a impressão de que “Street X Tekken” é mais bem acabado do que “Street Fighter IV” - e suas muitas versões.
Gemas pra que te quero
O sistema de gemas adiciona variáveis  para os combates online. Esses itens modificam os lutadores e ativam poderes especiais, como aumentar a velocidade de combos, causar golpes ou ainda diminuir a quantidade de dano recebido.

Essas gemas são ativadas em condições especiais, como acertar um combo de 5 hits ou defender 10 vezes no mesmo round. É fácil perceber que um jogador mais experiente vai aprender a usar esse tipo de artifício para criar uma combinação de efeitos devastadores – e que pode acabar desequilibrando o game.
Mas quer saber a verdade? Mesmo assim essa mecânica é bem divertida e bacana de usar.
Abrindo a caixa de Pandora
Outra mecânica que pode mudar os rumos da partida é o que o jogo chama de Pandora. Essa habilidade permite que o jogador sacrifique um de seus lutadores para que o outro entre no ringue com mais força e velocidade para acabar com o adversário. O problema é que esse estado de frenesi dura poucos segundos e quando chega ao fim a batalha termina, ou seja, você tem esses 10 segundos para ir para cima do adversário com toda a ânsia de vitória para virar o jogo. É arriscado, mas muito emocionante.
Para casuais e entusiastas
Este é o tipo de jogo para qualquer pessoa se divertir. Quem não quer se comprometer estudando combos e combinações de gemas pode simplesmente ir para a briga sem pensar.

A Capcom criou um sistema chamado “Quick Combo” que permite que você aperte dois botões para desferir uma combinação de golpes bem bacana e divertida - e eficiente! Existem até gemas que ajudam quem não tem (ou não quer ter) habilidade para fazer coisas específicas, como escapar de um arremesso ou soltar golpes especiais.

Já os jogadores entusiastas têm um amplo campo de estudo, como os próprios Trials (os desafios), que ensinam os combos mais poderosos e que utilizam as mecânicas novas, a exemplo do juggle e a possibilidade de fazer o adversário quicar no chão. Existem também os desafios que pedem que o jogador termine a batalha contra o computador sob condições dificílimas. Enfim, a Capcom conseguiu reunir ferramentas para unir estes dois grupos de jogadores tão distintos.
Online para todos
Não importa se você é um jogador casual ou hardcore: game de luta é para jogar com os amigos.

Justamente para unir esses dois públicos existem modos online e offline que seguem os moldes de “Street Fighter IV”, apenas com uma diferença crucial: o modo tag para quatro jogadores. Esta, sem dúvida, é uma das principais inovações da Capcom aqui. Nela, até quatro jogadores se unem em uma batalha e cada um cuida especificamente de um lutador, o que requer um belo trabalho em equipe.

A ação é pausada brevemente durante a troca de personagens, o que quebra um pouco do ritmo frenético, mas que continua sendo muito divertido, afinal, são quatro jogadores disputando a mesma batalha.

O mais intrigante é tentar descobrir a fórmula mágica com a qual o game consegue reduzir os atrasos de conexão dos jogadores. Até mesmo batalhas com conexões “ruins” fluem muito bem e com poucos engasgos.

Hitman Damnation é livro que precede próximo game do Agente 47


Após o registro de "Hitman: Sniper Challenge" e "Hitman: Profession", um novo título envolvendo o assassino careca ganha destaque. O projeto de nome "Hitman Damnation", porém, trata-se de um livro, anunciado oficialmente pela Eidos.

Contando uma história que faz a ligação entre o próximo game do Agente 47, "Hitman Absolution", com seu antecessor "Blood Money", o livro foi escrita por Raymond Benson. O autor não é estranho aos videogames: Benson já escreveu livros de "Splinter Cell" e o recente "Homefront: The Voice of Freedom".

Em "Damnation", o assassino 47 é contratado para eliminar grandes figuras políticas dos Estados Unidos, mas ele percebe que alguns aspectos da missão o envolvem em uma teia de mentiras e corrupção.

"Hitman Damnation" deve chegar às livrarias norte-americanas entre setembro e novembro de 2012. Já "Hitman Absolution" sai para PlayStation 3, PC e Xbox 360 em 2012, em data ainda não determinada.

Hitman Absolution


A volta do 47

"Hitman Absolution" marca o retorno do Agente 47. O assassino embarca em um novo confronto após ser traído por aqueles nos quais confiava, colocando-o em uma luta contra a polícia - tudo isso em um mundo corrupto e bagunçado.

"Pela primeira vez estamos levando Agent 47 a uma jornada pessoal que nos permitirá explorar outras partes da fantasia de 'Hitman'.

Essa experiência será significativa e mostrará algo que nosso assassino irá experimentar como nunca neste novo mundo", disse Tore Blystad, diretor do jogo.

"Hitman Absolution" chega em 20 de novembro, com versões para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

GTA 5 PREVIEW


De acordo com o analista da EEDAR à revista americana Game Informer, Jesse Divnich, aRockstar anunciará um novo game da série Gran Theft Auto nesta E3.
“Eu acredito que ouviremos falar sobre um novo Grand Theft Auto nesta E3. Penso que não teremos nenhum conteúdo jogável na apresentação, apenas alguma forma de apresentação do título em forma de trailer“.
“Acredito ainda que a Microsoft e a Sony tentarão obter alguma forma de exlusividade. A Microsoft pagou muito dinheiro pelos DLCs de GTA IV, mas isso não alavancou as vendas do console“, completa.
“Em 2004 a série GTA era de grande renome, mas algo comparado à outras séries populares da época. Hoje, a série ainda continua mais forte do que há cinco anos atrás, apesar de outras franquias surgirem e obtiverem sucesso, como Guitar Hero e Call of Duty. Acho que se a Sony tivesse um contrato exclusivo com o novo GTA não impediria que a Microsoft vendesse mais consoles, e vice-versa“, afirma Divnich.

Sleeping Dogs preview


Faltando menos de uma semana para o lançamento de "Sleeping Dogs", a Square Enix revelou alguns detalhes da versão para computadores, como a possibilidade de usar múltiplos monitores enquanto roda o game.

No PC, o jogo  terá também suporte a texturas em alta resolução. Aqueles que comprarem o game no Steam até o dia 14 de agosto, data de lançamento de "Sleeping Dogs", pagarão apenas US$ 44,99 (10% de desconto).

Veja a seguir os requisitos mínimos e recomendados para rodar "Sleeping Dogs":

O QUE VOCÊ PRECISA PARA RODAR O JOGO
Item Mínimo Recomendado
Sistema Operacional Windows Vista ou Windows 7 Windows 7 de 64-bits
Processador Core 2 Duo 2.0 GHz ou Athlon X2 2.4 GHz Processador de quatro núcleos
Memória 2GB 4GB
Placa de vídeo GeForce 8800 GT, Radeon 3870 ou outras compatíveis com DirectX 10 e 11 GeForce GTX 560, Radeon 6950 ou outras compatíveis com DirectX 11
Espaço em disco 15GB 15GB
Som Compatível com DirectX Compatível com DirectX
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True Crime


Pegas em Hong Kong

Revelado no Video Game Awards 2009, da Spike TV, "Sleeping Dogs" - que se chamava "True Crime: Hong Kong" antes de ter seus direitos adquirido pela Square Enix - explora o conceito de mundo aberto, típico da série "Grand Theft Auto", e coloca o jogador no controle do policial oriental Wei, versado tanto em artes marciais como no uso de armas de fogo.

Estão confirmadas missões de perseguições utilizando veículos ou correndo entre civis nas ruas de Hong Kong. Uma das novidades do game é que agora o protagonista pode fazer contato com mafiosos, atraí-los para algum lugar e transformá-los em reféns para facilitar algumas negociações.

"Sleeping Dogs" vem em versões para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.

Far Cry 3


A Ubisoft revelou novos detalhes de Far Cry 3, o próximo jogo de ação na primeira pessoa que vai regressar a um cenário paradisíaco.

O estúdio confirmou que a versão PC será a melhor, mas que as diferenças em relação aos consoles “não serão as que muitos esperam.”

“O PC tem muito mais potência, como tal pode-se conseguir mais nesta plataforma,” comentou Jamie Keen, desenhista do jogo. “Isso não quer dizer que nos vamos esforçar apenas no PC e deixar os consoles para trás. Vamos levar aos consoles o limite que pudermos.”

“Quando finalmente mostrarmos como serão as versões para os consoles, penso que as pessoas vão-se surpreender. Sim, haverá diferenças, mas não tantas como alguns esperam. Vamos trabalhar muito para reduzir essas diferenças.”

sábado, 11 de agosto de 2012

Saiba quais são os tres melhores jogadores do futebol americano de "Madden NFL 12"


No final do mês chega ao mercado "Madden NFL 12", versão deste ano da cultuada série de futebol americano.

A produtora EA Sports soltou uma lista com as habilidades, fraquezas e características dos cinco melhores quarterbacks no game.

Vale refrescar a memória para quem não é tão íntimo do esporte, mas quarterback é um dos atletas mais importantes na partida, visto que ele é o jogador que geralmente faz o arremesso da bola oval durante as partidas, buscando companheiros para fazer o touchdown, principal forma de pontuar na disputa.

Veja quem são:

Brady:

O marido da top model brasileira Gisele Bündchen e quarterback do New England Patriots é o "Messi" de "Madden NFL 12", apresentando um conjunto de habilidades geral (o chamado Overall) com nível 99 - de um máximo de 100, veja só. Em contrapartida, Tom Brady é pra lá de lento, então o ideal é ter a jogada bem planejada e arremessar a bola com rapidez - antes de levar um desagradável empurrão do adversário.

MANNING:

Direto do Indianapolis Colts, o segundo melhor quarterback do game fica poucos pontos atrás dos atributos de Tom Brady - tanto que tem 98 como nota Overall). Em compensação, Manning é um pouquinho mais ligeiro do que o rival.




RODGERS:

O quarterback do Green Bay Packers, atual campeão do Super Bowl (principal título da liga de futebol americano), apresenta também nível 98, mas fica pouco atrás de Peyton Manning nos principais atributos, como força e precisão de arremesso. Ele compensa com velocidade bem maior (nível 79). Pode acabar sendo boa opção para jogadas de surpresa, em que o próprio quarteback sai correndo e tenta o touchdown.

Madden NFL 12 preview


Fãs do esporte têm motivos para comemorar nesta última semana de agosto: chega a quase todos os consoles da praça o game "Madden NFL 12", edição deste ano do título oficial da temporada de futebol americano.

Como de costume, elencos aparecem atualizados, gráficos refinados e animações ainda mais convincentes - todas utilizando as mesmas técnicas da série "FIFA", o que já dá um gostinho do que veremos na franquia de futebol.

Fora isso, outro título de destaque é "Bodycount", produzido pela Codemasters e comandado por Stuart Black, que concebeu o frenético"Black", que marcou época no PlayStation 2 e Xbox com tiroteios intensos.

Veja a lista dos jogos que serão lançados nos EUA nos próximos dias:

DS
. Burger Bot
. Hoppies
. Junior Mystery Stories
. Junior Island Adventure
. Veggy World

Wii
. Get Fit with Mel B
. Madden NFL 12

PC
. World of Tanks

PS2
. Madden NFL 12

PS3
. Air Conflicts: Secret Wars
. Bodycount
. Madden NFL 12

PSP
. Madden NFL 12

Xbox 360
. Air Conflicts: Secret Wars
. Bodycount
. Madden NFL 12

Transformers: Fall of Cybertron


Antes agendado para 28 de agosto, "Transformers: Fall of Cybertron" teve sua data de lançamento antecipada e chegará às lojas em 21 de agosto. O anúncio foi feito pela Activision, distribuidora do jogo.

"Transformers: Fall of Cybertron" é um jogo de tiro em terceira pessoa que dá continuidade aos eventos de "War of Cybetron". No game, os grupos Autobots e Deceptions lutam pelo controle de seu planeta natal, Cybertron.

Da mesma forma que no game anterior, o jogador pode escolher qual dos grupos quer representar, cada um com membros próprios. É possível melhorar os atributos e habilidades dos personagens e comprar novas armas para cada um deles durante a jornada.

Cada personagem possui 3 formas: robô, veículo e uma forma intermediária, mais adequada ao tiroteio e útil em certas situações especiais.

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Transformers: Fall of Cybertron


Batalhas online

Além da campanha principal, "Transformers: Fall of Cybertron" também conta com uma modalidade multiplayer online, em que o jogador tem várias opções para criar o seu próprio guerreiro cibernético e lutar pela vitória no confronto entre Autobots e Deceptions.

Assim como "War of Cybetron", "Transformers: Fall of Cybertron" não tem relação com a série de jogos baseadas nos filmes dos Transformers.

"Transformers: Fall of Cybertron" será lançado em versões para Xbox 360 e PlayStation 3.

DARKSIDERS 2


darksiders é um jogo de ação lançado no inicio de 2010 para Playstation 3, Xbox 360 e PC. O título recebeu algumas criticas de que era muito parecido com outros jogos de mesmo gênero como God of War, mas apesar disso foi um sucesso comercial e já tem uma sequência em andamento.

No primeiro game o jogador controlava o personagem WAR (Guerra) antes do apocalipse da Terra já nesse segundo jogo o personagem principal será seu irmão DEATH (Morte), que parte para o mundo do abismo em busca da restauração da humanidade pós apocalipse.

A história ainda não foi divulgada com detalhes e o primeiro trailer do jogo foi divulgado na E3 2011, agora a THQ divulga o mesmo trailer de lançamento em uma versão extendida com alguns segundos a mais mostrando um pouco da história e da jogabilidade desse novo game da franquia.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

counter strike Global Offensive


Diferente do que muitos imaginam, “Counter-Strike: Global Offensive” não é apenas uma atualização de “Counter-Strike” com gráficos melhorados. Claro, há a atualização deste quesito, mas felizmente o jogo não ficou preso apenas a isso: existem mudanças significativas em mapas e, além de novas modalidades, faz atualizações pontuais em mecânicas .

A primeira mudança que se percebe em “Counter-Strike: Global Offensive” (teremos como base para comparações a versão “1.6” do jogo, uma das mais populares) é que a produtora resolveu modificar a estrutura de alguns mapas clássicos, como Inferno e Dust, por exemplo.

Em Inferno, a mudança limitou os Terroristas a apenas uma saída na base, pois a parte direita (um dos acessos ao corredor central) é fechada. Já em Dust o time ganha um caminho após a rampa, deixando de frente para o arco onde Contra-Terroristas costumam esperar os inimigos.

PRINCIPAIS NOVIDADES DE "GLOBAL OFFENSIVE":
Conquistas
Pontuações por morte
Morte com assistência (acertos de dois jogadores)
Modelo específico de CT e Terrorista para cada fase
Bots para completar os times (eles saem conforme o grupo é preenchido)
Tradução de parte do conteúdo para o português (se essa for a opção de idioma do Steam)
Outra alteração – bem-vinda, diga-se de passagem – é que ao comprar uma arma ela já vem com a munição completa.

Porém, muitos saudosistas vão torcer o nariz ao saber que agora as balas são repostas automaticamente no início de cada rodada, eliminando os cartuchos de munição da lista de compra dos dois times.

Ainda sobre compras, se você estava acostumado a usar os atalhos da letra “O” para adquirir o combo capacete e colete e granadas, má notícia: eles não existem em “Global Offensive”. Você ainda pode adquiri-los sem complicações, mas dentro do menu da loja.

A essa altura, você pode se fazer a seguinte pergunta: “e a AWP?”. O clássico rifle de precisão continua no jogo e ainda é capaz de matar com apenas um tiro em boa parte das situações.

A única mudança real está na mira, que fica borrada enquanto o personagem se mexe – é preciso parar que ela se estabilize novamente.

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Counter-Strike: Global Offensive


Adições reais

Sobre os modos de jogo, “Global Offensive” traz as clássicas opções de demolição e resgate de reféns. Além deles, há a adição do Corrida às Armas, que conta com mapas próprios para os combates.

Para favorecer o confronto direto e deixar as partidas mais dinâmicas, essas áreas são menores se comparadas a Dust e Aztec, por exemplo, e não permitem a compra de granadas.

Neste modo o jogador troca de arma conforme elimina os inimigos. É preciso marcar 26 pontos para vencer, e a última ação é com a arma mais temida: a faca. O difícil é “operar” alguém em mapas pequenos se os demais estiverem com metralhadoras, pistolas e escopetas, mas fica aí o desafio da produtora.

Mesmo os antigos modos ganharam novo gás com a adição de equipamentos inéditos. O mais expressivo da lista é a bomba incendiária, que cria uma barreira de fogo que causa dano a quem passar por ela – e certamente você pode imaginar o estrago causado na estratégia dos Contra-Terroristas se ela for jogada perto da bomba ou dos reféns.

Se “Counter-Strike: Global Offensive” vai trazer novos jogadores para as arenas, só o tempo poderá dizer. Entretanto, aqueles que perderam várias tardes em lan houses podem investir no game sem
medo, e esteja avisado: você dificilmente vai acessar o game para jogar apenas uma partida.

Com versões para PC (e Mac), PlayStation 3 e Xbox 360, o jogo será lançado em 21 de agosto por US$ 15, vendido exclusivamente via download.

The Amazing Spider-Man


CONSIDERAÇÕES

O retorno do Homem-Aranha para os jogos de mundo aberto, mesmo que apenas em partes, chegou em boa hora. Balançar pela ilha de Manhattan é uma experiência agradável e que vai entreter o jogador com seus belos gráficos e missões variadas.

Entretanto, não é possível fechar os olhos para problemas como o fato das missões principais não serem essencialmente ligadas ao mundo aberto ou a simplicidade dos combates. Até mesmo o número elevado de colecionáveis - e a difícil maneira de encontrá-los - pode espantar qualquer pessoa que tenha a vontade de encontrar todos os itens do game.

Mas, no final, a experiência é muito boa e não deixa a sensação de que estamos jogando um game de um filme – ou o terceiro título de um mesmo estúdio em três anos. “Amazing Spider-Man” é um game que agrada não apenas o mais fervoroso fã de quadrinhos, mas também quem gosta de jogos de mundo aberto com diversas coisas para fazer.
   
INTRODUÇÃO

Balançar entre os arranha-céus de Manhattan sempre foi bacana em um jogo do Homem-Aranha, mas isso foi algo que ficou de fora dos dois últimos games do herói. “The Amazing Spider-Man” marca o retorno da liberdade do mundo livre.

O jogo do estúdio Beenox está intimamente ligado com o filme “O Espetacular Homem-Aranha”, mostrando personagens, relacionamentos e até mesmo detalhes da trama que estão no longa-metragem.

A história mostra um vírus transmorfo desenvolvido pela Oscorp que acaba saindo de controle e se espalha pela cidade. Bem no epicentro do incidente estava ninguém menos do que Gwen Stacy, a namorada de Peter Parker, alter ego do herói mascarado, que deve então fazer estranhas parcerias para salvar o dia.
PONTOS POSITIVOS
Mundo aberto
A Beenox fez um bom trabalho em criar a emoção de balançar entre os prédios da cidade de Nova York. O simples fato de ir de um lugar para outro é capaz de consumir horas e mais horas. Existe um botão para lançar teias e ganhar impulso para ir de um prédio a outro, porém o mais divertido mesmo é fazer acrobacias com o Web Zip, habilidade que permite ao Homem-Aranha disparar uma teia e se jogar na direção apontada.

A cidade é colorida, viva e bonita, com possibilidade de visitar pontos turísticos como o Empire State ou o Central Park . As pessoas se surpreendem quando veem o herói de azul e vermelho dando acrobacias rasantes nas ruas e até fazem comentários sobre o que acontece em uma “rede social” que pode ser conferida nas telas de carregamento.
Variedade de missões
As missões principais são bem variadas: algumas seguem o estilo “siga em frente e derrube todos os vilões”, outras requerem que o Aranha seja mais cauteloso e siga sem ser detectado se arrastando pelas paredes e tetos e até algumas que ele deve fugir de locais em um curto espaço de tempo.

Nas missões furtivas, o herói conta com uma habilidade que lembra “Batman: Arkham City”, no qual ele envolve o adversário em uma rede de teia e o pendura no teto. Já as missões de pancadaria não são tão empolgantes e o jogador deve aturar o modo de combate que é muito simples.

Aliado a isso, a cidade possui uma infinidade de missões paralelas que vão desde enfrentar bandidos comuns, participar de perseguições automobilísticas e até fazer trabalhos de fotógrafo. Isso garante boa sobrevida para o jogo depois de terminar a história principal.

No geral, os jogadores não ficarão entediados e vão conseguir se divertir, seja com missões paralelas, seja com atividades da história principal.
Visual bonito
Para um jogo com mundo aberto e inspirado em um filme, “Amazing Spider-Man” surpreende pela qualidade dos gráficos. De cima do maior prédio da cidade é possível ver a ilha inteira sem o manjado recurso de névoa que esconde as coisas que estão muito longe – e isso é muito legal.

Claro que quem procura acha, como algumas texturas em baixa resolução, principalmente no nível do chão, mas isso é até compreensível, tendo em vista que o game foi feito para ser visto de cima dos prédios gigantescos.

O uniforme do Aranha se rasga conforme ele apanha e sofre danos. E isso fica evidente em lutas contra os robôs gigantescos que percorrem nas ruas da ilha.
PONTOS NEGATIVOS
Mundo fechado
O tal mundo aberto de “Amazing Spider-Man” empolga, mas é também uma farsa. Ele serve apenas como ligação entre uma missão principal e outra. Existe muita coisa para ser feita na ilha de Manhattan, mas a grande maioria é de atividades que não estão relacionadas com a trama principal.

São poucas as ocasiões nas quais o Aranha sai de uma fábrica ou laboratório para combater o crime nas ruas. E mesmo assim, isso ocorre apenas em batalhas contra robôs gigantes e outros momentos-chave. A impressão que ficou foi que a cidade tem uma vida à parte, alheia de tudo o que acontece nos cantos obscuros da Oscorp.
Combate simplista
A série “Batman: Arkham” elevou o nível dos jogos de super-heróis. Agora existe uma demanda por um combate mais refinado e variado e foi justamente nisso o que a Beenox falhou em entregar.

Eles até tentaram copiar o sistema de batalha, colocando o sentido aranha para avisar o momento para se esquivar de um golpe, um botão para contra-ataque, outro para soco e até mesmo um ataque especial. Mas faltou o refinamento, a variedade e a complexidade que estão presentes no game do Homem-Morcego.

O combate se resume a esmagar o botão de soco, se esquivar de vez em quando e, quando as coisas estiverem complicadas, existe um comando para o Aranha fugir e recuperar a energia.
Colecionáveis demais
Em todos os cantos de Manhattan existem páginas de histórias em quadrinhos e a recompensa por pegar todas vem em forma de revistas clássicas que podem ser lidas na íntegra no menu principal. Entretanto, os produtores perderam a noção da quantidade de itens espalhados pelo cenário.

No total são 700 páginas que estão nos tetos dos arranha-céus, sobrevoando pela cidade ou nos becos. Este número é exagerado e somente os fãs mais ardorosos vão ter paciência para encontrar todas – ou os caçadores de conquistas e troféus.

PROTOTYPE 2


Prototype 2” não é uma continuação banal e faz sentido no universo criado pela New Radical que, aliás, teve culhões de colocar o herói do primeiro como principal vilão. James Heller é um bom personagem e que incentiva o jogador se aprofundar em sua história.

Mas não é apenas a história de “Prototype 2” que foi bem trabalhada, mas sim as mecânicas de jogo que evoluíram muito bem e não deixam a desejar. Este é um game divertido e com missões diversificadas o suficiente para manter o jogador ligado por dias a fio. Recomendado para quem gosta de super-heróis nada convencionais e diferente do que aparece nos quadrinhos da Marvel e DC Comics.
   
INTRODUÇÃO

James Heller é um soldado nova-iorquino que volta para casa logo após saber que sua cidade na munido com fúria e desejo de vingança. Sua esposa e filha estavam em casa quando o vírus Mercer se espalhou pela cidade e agora são dadas como mortas.

“Prototype 2” é uma continuação genuína que traz tudo o que era bom do jogo de 2009 com melhorias significantes em mecânicas, navegação e, principalmente na narrativa. Este é um jogo de super-herói que ultrapassa as expectativas sem cair em muitos clichês típicos do gênero.
PONTOS POSITIVOS
Uma boa história
Quando “Prototype” chegou às lojas em junho de 2009, logo foi comparado com “Infamous”, outro “jogo de super-herói” que também havia debutado há pouco tempo. Porém, o game da Sony ofuscou seu principal concorrente, que sofria de problemas de narrativa, estrutura de missões e até mesmo gráficos.

Entretanto agora a história é outra. A New Radical, a desenvolvedora de “Prototype 2”, aprendeu com seus erros e entregou um jogo melhor acabado, principalmente na narrativa. Heller é um personagem mais crível, com motivações mais plausíveis e com ações mais condizentes à sua personalidade.

Ele tenta entender como é que a cidade acabou sendo encurralada pelos soldados do exército, os soldados da Blackwatch e os mutantes infectados pelo vírus Mercer. Acaba descobrindo que todos os lados têm uma parcela de culpa e que ninguém acaba sendo uma fonte 100% confiável.

Alguns aliados, como o amigo e conselheiro Padre Guerra ou Dana Mercer, irmã de Alex Mercer, realmente são importantes para o desenrolar da história e dar um norte para o ex-soldado.  Entretanto o mais importante foi a coragem da New Radical se desapegar de Alex Mercer e transformá-lo no grande vilão do jogo.

Essas características provam que a produtora quis mesmo mostrar uma boa história para quem está segurando o controle e se importa com o que está acontecendo nos arredores do protagonista.
Equilíbrio entre missões e poderes
Pela natureza dos poderes de Heller, “Prototype 2” não poderia ser um jogo menos sangrento. Sua principal habilidade é conseguir se transformar seu corpo em qualquer coisa, desde criar garras afiadas até transformar seu braço em uma espada gigantesca.

Com esses poderes, ele pode encarar monstros, tanques de guerra ou helicópteros. Conforme os poderes vão evoluindo desafios mais cabeludos são apresentados, como acabar com um monstro gigante ao mesmo tempo em que lida com o exército e as forças da Blackwatch.

Nem tudo pode ser resolvido só na base da pancadaria. Heller tem habilidades que o ajudam se locomover pelo cenário e até absorver qualquer pessoa e depois assumir sua aparência. Com isso, são dadas missões para entrar em bases e laboratórios para descobrir planos dos inimigos bem no estilo do filme “Missão Impossível”, mas acabam sempre com um banho de sangue.

Para ajudar no senso de evolução, a cidade de Nova York foi dividida em três zonas distintas, cada uma com um nível de infecção do vírus Mercer. Nas primeiras horas de jogo as missões furtivas são apresentadas com mais frequência, mas ao avançar no game, vão sendo apresentados chefes e até mesmo batalhas insanas.

Além disso, as missões ponto-a-ponto são menos frequentes do que no primeiro game e também são menos abertas que no primeiro “Prototype”, isso ajuda o jogador a manter o foco – algo muito bem-vindo nos games de mundo aberto.

As missões paralelas são divertidas e podem ser feitas mesmo depois do jogo. Além de serem divertidas e  variadas, elas proporcionam mais pontos de experiência e habilidades que podem ajudar na campanha principal do New Game+.

No geral para fazer todas as missões  e terminar a história principal não é necessário passar mais do que 15 horas em frente à TV. Mas fique atento, desafio de verdade só na dificuldade hard ou insane – a normal será como um passeio no parque para quem jogou o primeiro game.
PONTOS NEGATIVOS
Paredes invisíveis
Mesmo que “Prototype 2” seja um game de mundo aberto, ele tem limites – e esses limites são impostos com paredes invisíveis. As zonas do jogo são determinadas por ilhas e não existe uma ligação direta entre elas. Para acessá-las o jogador deve necessariamente pegar um helicóptero em determinadas áreas. Caso você tente atravessá-las ir de uma a outra a pé, logo vai dar de cara com uma parede invisível ou mesmo com uma morte abrupta.
Câmera maluca
Em algumas situações de estresse você se verá com problemas para encontrar o foco da ação. Isso porque a câmera nem sempre funciona bem em espaços apertados. O pior problema disso é que a grande maioria das batalhas contra chefes justamente ocorrem em instalações da Blackwatch ou do exército – justamente em lugares que nem sempre oferecem as áreas mais abertas do game.

Além disso o sistema de trava de mira, essencial para usar armas, não é inteligente o suficiente para mirar no alvo mais próximo – e potencialmente mais perigoso.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

SAGA DO JOGO CALL OF DUTY


Call of Duty es una serie de videojuegos en primera persona, de estilo bélico, creada por Ben Chichoski, desarrollada principal e inicialmente por Infinity Ward, y distribuida por Activision. La franquicia comenzó para computadora personal y posteriormente fue expandiéndose hacia videoconsolas de sexta y séptima generación, tanto de sobremesa como portátiles, llevando así, a lanzar varios juegos derivados de forma paulatina con la serie principal. La serie inicialmente se ambientaba en la Segunda Guerra Mundial, relatando personajes y combates discurridos durante el dicho conflicto bélico, esto fue conmutando hasta la actualidad, donde ahora, los argumentos discurren en ambientaciones contemporáneas y ficticias, como se puede ver en Call of Duty 4: Modern Warfare, Call of Duty: Modern Warfare 2, o únicamente en la Guerra Fría, como se ve en Call of Duty: Black Ops.
La saga ha gozado de un gran éxito comercial y crítico, el cual ha ido aumentando desde su creación hasta la actualidad, Call of Duty ha logrado grandes ganancias en la industria de los videojuegos, vendiendo 55 millones de copias totales de sus juegos, recaudando más de 3 mil millones de dólares en todo el mundo, creando además otros productos de la franquicia, incluyendo figuras de acción, juego de naipes y una mini-serie de comic books. De igual forma, la serie ha sido objeto de críticas y controversias desde su creación, hasta la actualidad.


El desembarco en la playa de Omaha, mayormente conocido como el Día D, el 6 de junio de 1944, representando a Call of Duty 2.
El original Call of Duty fue lanzado únicamente para Microsoft Windows el 29 de octubre de 2003. El motor gráfico del título esta basado en id Tech 3, del juego Quake III. El videojuego fue desarrollado por Infinity Ward —quienes desarrollarían varios videojuegos de la serie posteriormente— y distribuido por Activision. El videojuego obtuvo el reconocimiento de la crítica tanto en galardones como en ventas, pues recibió más de setenta premios «Mejor Juego del Año» y cerca de cincuenta «Elección del Editor».1 Asimismo, recibió el premio al «Mejor Juego General del Año» por la Academia de las Artes y las Ciencias Interactivas; en 2007, la franquicia volvería a recibir ese reconocimiento por obtención de Call of Duty 4: Modern Warfare—. El juego posee actualmente un puntaje de 91 sobre 100 en GameRankings y Metacritic en la versión de PC. No obstante, todas las versiones de otras plataformas poseen un puntaje menor a 80 sobre 100. Call of Duty fue lanzado con posterioridad para Mac, PlayStation 3 y Xbox 360; estas últimas dos, solo pueden ser obtenidas a través de las ediciones Hardened y Prestige de Call of Duty: Modern Warfare 2. Dichas ediciones poseen un código para descargar el juego en las tiendas en línea PlayStation Store y el Bazar Xbox Live.2 Por otro lado, una versión para la serie N-Gage de Nokia fue lanzada a finales de 2004. Call of Duty también tuvo su expansión llamada Call of Duty: United Offensive (véase también expansiones).
Call of Duty 2 es la secuela del aclamado juego Call of Duty. Al igual que su antecesor, el título está desarrollado por Infinity Ward y distribuido por Activision. El jugador contará con 3 campañas: La campaña soviética, en donde se controla al soldado Vasili Koslov de la 13° División de Infantería, el cual se alista en el ejército en consecuencia de la muerte de varios de sus familiares en la guerra, y se revive la Batalla de Moscú y de Stalingrado; La campaña británica, en donde se juega mayoritariamente con el sargento John Davis y con el comandante David "Fox 3" Welsh, ambos de la 7° división acorazada del Ejército Británico, y se revive mayoritariamente batallas del Frente Norte africano, como la Batalla de El Alamein, y en Normandía, en la Batalla de Caen; y La campaña estadounidense en donde se reencarna al cabo (y posteriormente sargento) Bill Taylor, del 2° Batallón del 75° Regimiento Ranger, en batallas como la de Normandía y la Operación Plunder. Este fue lanzado el 25 de octubre del 2005 para Microsoft Windows, el 13 de junio de 2006 para Mac OS X y el 15 de noviembre de 2005 para Xbox 360.
Call of Duty 3, al igual que los dos anteriores títulos, es un videojuego de disparos en primera persona ambientado en la Segunda Guerra Mundial, y es el tercer título de la saga. Este fue Lanzado el 7 de noviembre de 2006 para PlayStation 2, PlayStation 3, Wii, Xbox y Xbox 360.3 Call of Duty 3 fue desarrollado por Treyarch y distribuido por Activision, el videojuego sigue un argumento en la piel de soldados estadounidenses, ingleses, canadienses; y resistencias francesas y polacas posteriores al desembarco de Normandía.


Un soldado de los Estados Unidos en Afganistán, representado en Call of Duty 4: Modern Warfare.
Call of Duty 4: Modern Warfare4 es la cuarta entrega de la saga Call of Duty, fue desarrollado por Infinity Ward. Este se convierte en el primer videojuego de la saga en donde su argumento no trata de la Segunda Guerra Mundial, si no que trata de un conflicto bélico actual, pero ficticio.5 El argumento recae en "Soap" McTavish, un sargento de infantería británica, el cual fue seleccionado para el Special Air Service, en la SAS conocerá al capitán John Price y a su gran amigo, Gaz y sobre el sargento Paul Jackson, un norteamericano miembro de la infantería de la USMC comandado por el sargento 1° Griggs y el teniente Vasquez cuyo objetivo es atrapar e interrogar, luego de un golpe de estado en Oriente Medio, a Khaled Al-Asad un discípulo de Imran Zakhaev. A partir de aquí, la historia se centrará mayoritariamente en Imran Zakhaev, líder del partido ultranacionalista ruso y principal antagonista del juego. CoD4: Modern Warfare también fue el primer videojuego de la saga en recibir la calificación Mature de la ESRB6 (exceptuando la versión de Nintendo DS, la cual está clasificada como Teen).7 Call of Duty 4: Modern Warfare fue lanzado el 6 de noviembre de 2007 para Microsoft Windows, PlayStation 3, Xbox 360 y DS. Mientras que para Mac OS X fue lanzado el 26 de septiembre de 2008, el cual fue distribuido por Aspyr. El juego también fue lanzado para la consola Wii por Treyarch el 10 de noviembre del 2009, con el nombre de Réflex Edition,8 teniendo un gran éxito en ventas. Ya para mayo de 2009, Call of Duty 4: Modern Warfare había vendido cerca de 13 millones de copias.9 El videojuego, además fue galardonado con los premios de "Mejor juego del año", "Mejor juego para videoconsola", "Mejor juego de acción" y "Mejor juego online" en la undécima edición de los premios de la Academia de las Artes y las Ciencias Interactivas Norteamericanas en el año 2008.10


Marines de la 1.° división en la Batalla de Okinawa, representando a Call of Duty: World at War.
Call of Duty: World at War11 es el quinto título de la serie, desarrollado por Treyarch y distribuido por Activision. Éste retorna a la Segunda Guerra Mundial.12 13 Meses antes de su lanzamiento, el 9 de junio de 2008, se confirmó que Call of Duty: World at War tendría escenarios en el Océano Pacífico (asumiendo a los estadounidenses), y en el Frente Oriental (asumiendo a los soviéticos).14 15 El título está disponible para Microsoft Windows, PlayStation 3, Xbox 360, Wii y DS.16 El argumento se basa en dos campañas, las cuales están entrelazadas: La campaña estadounidense, en la cual se personifica a C. Miller, un soldado del Cuerpo de Marines de los Estados Unidos, en donde se ambientan batallas como la Redada de Makin, la Batalla de Peleliu y la Batalla de Okinawa; mientras que la otra mitad de la trama, en la campaña soviética, se asume el rol de Dimitri Petrenko, un soldado de la División de fusileros del Ejército Rojo en donde se pelean batallas como la de Stalingrado, la Batalla de Seelow y la Toma de Berlín y del Reichstag. El videojuego, también viene con un singular mini-juego, llamado "Nazi zombies", en donde el jugador tiene que masacrar hordas de zombies, los cuales aparecen en rondas.17 Este título recibió mezclas de críticas. Mucho se criticó del regreso a la Segunda Guerra Mundial, y no haber seguido con la historia de Call of Duty 4: Modern Warfare, también se criticó el hecho de que el argumento se saltó un par de años de la Guerra. Sin embargo, se elogió el realismo implementado en las batallas, que añade a la clásica jugabilidad de la saga, más sangre a los impactos de bala, amputaciones, incineraciones, y en general una temática más cruda y realista a la Guerra. Call of Duty: World at War usa el mismo motor de juego que en Call of Duty 4: Modern Warfare. Ya para junio de 2009, Call of Duty: World at War había vendido cerca de 11 millones de copias.18


Soldados del 75.º Regimiento Ranger, representados en Call of Duty: Modern Warfare 2.
Call of Duty: Modern Warfare 219 es el sexto título principal de la saga, este volvió a ser desarrollado por Infinity Ward, y distribuido por Activision.20 Activision Blizzard anunció oficialmente a Modern Warfare 2 el 11 de febrero de 2009.21 aunque ya habían ocurrido anteriores anunciaciones, no fue solo hasta 2009 que se dieron datos del juego.22 El título fue lanzado el 10 de noviembre de 2009, y está disponible para Microsoft Windows, PlayStation 3 y Xbox 360. El argumento de Modern Warfare 2 transcurre 5 años después al de Call of Duty 4: Modern Warfare, en donde el jugador asume el rol del soldado del ejército de los Estados Unidos, Joseph Allen, el cual ha sido reasignado a la "Task Force 141", una organización militar del videojuego, en donde se convertirá en un doble agente para la CIA, con el nombre de "Alexei Borodin", para entrar en un grupo terrorista ruso, es asesinado en un atentado y por ende, los rusos toman como referencia a los estadounidenses como autores del atentado; posteriormente se asume el rol del sargento Gary "Roach" Sanderson, igualmente de la Task Force 141, en donde se asume su rol en gran parte del juego; otros personajes son el soldado James Ramirez, perteneciente a la U.S. Army Rangers destinado a Washington D.C., en donde se asume su rol en una menor parte del juego, y Sat1, el cual aparece en una sola misión de título en la que se aprecia la explosion del misil nuclear lanzado al espacio por los rusos; por último está el (anteriormente sargento) capitán "Soap" McTavish, protagonista de CoD4: Modern Warfare, el cual ha dejado el 22.° regimiento del SAS, para que 5 años después se convirtiera en capitán de la Task Force 141, en donde se asume su rol en la última parte del argumento, también volverá el ya conocido capitán John Price (rescatado de una prisión rusa), y aparecerá un nuevo personaje, el teniente Simon "Ghost" Riley, el cual nos acompañará en todos los momentos en que asumamos el rol de "Roach" Sanderson, pero los dos son traicionados y asesinados en la ante-penúltima misión. Esta vez el antagonista será Vladimir Makarov, un antiguo discípulo de Imran Zakhaev (antagonista de CoD4: Modern Warfare), y líder de un grupo terrorista ruso.23 Call of Duty: Modern Warfare 2, fue el videojuego más vendido de 2009, recaudando cerca de 550 millones en tan solo cinco días desde su lanzamiento,24 además de ser uno de los videojuegos más vendidos de PlayStation 3 y Xbox 360 hasta la fecha.25 26 27 28


El intento de asesinato de Fidel Castro en Call of Duty: Black Ops causó gran controversia en la república cubana.
Call of Duty: Black Ops,29 30 desarrollado por Treyarch y distribuido por Activision con fecha de salida el 9 de noviembre de 2010.31 Este videojuego fue oficialmente anunciado el 30 de abril de 2010, el juego es el séptimo título principal de la serie Call of Duty, también es el tercer título principal desarrollado por Treyarch. Este título también tiene una versión para Nintendo DS, desarrollada por n-Space.32 El título está disponible para Microsoft Windows, PlayStation 3, Xbox 360, Wii y Nintendo DS. El argumento trata de Alex Mason, un capitán del Cuerpo de Marines de los Estados Unidos, el cual despierta en una sala, y le interrogan unos hombres, los cuales le hacen preguntas extrañas relacionadas con "ciertos números" y con su pasado, así, poco a poco, se desvelará la vida de Mason. En la trama, se interactúa con personajes ya conocidos de Call of Duty: World at War, estos son el (anteriormente soldado) sargento Dimitri Petrenko y el (anteriormente sargento) capitán Viktor Reznov,33 también en el juego aparecerán personajes conocidos como ministros y presidentes, entre ellos John F. Kennedy, Fidel Castro, Richard Nixon y Robert McNamara.34 El título, al igual que Call of Duty: World at War, también contiene el mini juego "Nazi zombies".35 Call of Duty: Black Ops y es el primer videojuego que se ambienta durante la Guerra Fría, y mayoritariamente en la Guerra de Vietnam, entre ellas, la Batalla de Khe Sanh; también en escenarios como Cuba, se puede participar de la Operación 40.36 También se debe resaltar el hecho de que este título es el primero de la franquicia en disponer de la tecnología 3D.37 38 Tanto éxito tuvo Call of Duty: Black Ops, que a causa de esto ha vendido más de mil millones de dólares en copias,39 además de haberse convertido en el videojuego más descargado ilegalmente de 2010 para computadora personal40 a través de las redes peer-to-peer.41 Black Ops, además ha sido objeto de críticas por medios afines al gobierno cubano, debido al intento de asesinato "virtual" de Fidel Castro en el videojuego.42
Call of Duty: Modern Warfare 3 es un videojuego de disparos en primera persona de estilo bélico desarrollado por Infinity Ward, Sledgehammer Games y Raven Software. El videojuego, precedido por Call of Duty: Black Ops y secuela directa de Call of Duty: Modern Warfare 2, es el octavo título de la serie Call of Duty, el octavo de la misma en ser título principal43 y el tercer título encuadrado en la serie Modern Warfare.43 La historia se pone en la piel de un nuevo personaje: Yuri, en la que, junto a el Capitán Price y Nikolai, se intenta salvar la vida de Soap después del accidente con Sheppherd en Modern Warfare 2. La trama de la historia trata de matar a Makarov, y, salvar a Soap, cuya persona que no se pudo salvar. Al final de la historia, matarás a Makarov poniéndote en la piel (por segunda vez, desde el episodio en Chérnobyl durante Modern Warfare) de Capitán Price (Después de que Yuri muera en una batalla contra Makarov), durante una gran batalla en un Juggernaut, consigues matar a Makarov y la trama termina finalmente.
Call of Duty: Black Ops 2 es un videojuego de disparos en primera persona de estilo bélico desarrollado por Treyarch para Microsoft Windows, PlayStation 3 y Xbox 360. Es una secuela directa de Call of Duty: Black Ops en el que tomaremos el papel de David Mason. Además también manejaremos a Alex Mason(padre de David), protagonista de su antecesor y que también manejaremos en la línea del tiempo del pasado, que nos permitirá volver a los tiempos de Call of Duty: Black Ops. Call of Duty: Black Ops 2 está ambientando en el año 2025 en la guerra tecnológica en la que lamentablemente el enemigo se ha hecho con las "llaves" de las maquinas (tal y como se dice en el Trailer) y que usaran en contra para destruir el mundo. Se espera que Call of Duty: Black Ops 2 haga su apareción en la E3 201244 de la misma forma que los titulos anteriores lo han hecho en la E3 de sus correspondientes años, como por ejemplo Call of Duty: Modern Warfare 3 reveló una misión en la E3 2011, mismo año en el que saldría a la venta. Se ha revelado ahora que a partir de esta edición se podrá cambiar manualmente a primera, segunda o tercera persona.
[editar]Serie derivada
Call of Duty: Finest Hour es un spin-off del videojuego Call of Duty, lanzado para las videoconsolas de sexta generación el 16 de noviembre de 2004. El título está desarrollado por Gray Matter Interactive y distribuido por Activision. El argumento se basa en tres campañas: La campaña Soviética, en la cual se personifica al soldado Aleksandr Sokolov, la teniente Tanya Pavelovna y el teniente Nikolai Badanov; La campaña Inglesa, en la cual nos tocará jugar como el soldado Edward Carlyle, esta campaña se encuentra ambientada en el frente Norte Africano, específicamente en la primera y la Segunda Batalla de El Alamein; y La Campaña Estadounidense, en donde se personifica al sargento (y posteriormente teniente) Chuck Walker y sargento Sam Rivers, esta campaña está ambientada en el frente occidental, específicamente en camino hacia Berlín, pasando por lugares como: el río Rhin, Bélgica, Aquisgrán, entre otros.
Call of Duty 2: Big Red One es un spin-off de Call of Duty 2, adaptado para PlayStation 2, Xbox y Nintendo GameCube. Desarrollado por Treyarch y Gray Matter Interactive, con la contribución de Pi Studios, y distribuido por Activision. Lanzado el 1 de noviembre de 2005, Big Red One, a diferencia de otros juegos de la franquicia Call of Duty este título está ambientado en la formación de la 1° División de Infantería del Ejército de los Estados Unidos. El juego cubre la invasión y liberación de África del Norte; la campaña de Italia, comenzando por la invasión de Sicilia; el desembarco sobre la playa de Omaha en Europa y dirigiéndose hacia el Este, cruzando la Línea Sigfrido hacia Alemania.


La Campaña de Italia, también conocida como la Operación Avalancha, es una de la batallas recreadas en Call of Duty: Roads to Victory.
Call of Duty: Roads to Victory es un videojuego desarrollado por Amaze Entertainment y distribuido por Activision. Call of Duty: Roads to Victory fue lanzado el 14 de marzo de 2007 y se encuentra disponible para PlayStation Portable, N-Gage y PocketPC. El argumento trata de 3 campañas: La Campaña Estadounidense, en misiones como: la Operación Market Garden, la Campaña de Italia y la Misión Detroit; La Canadiense, tales como: la batalla del Río Escalda, la Operación Infatuate y la Operación Blockbuster; y La Campaña Británica, en misiones como: la Operación Market Garden y la Operación Varsity. En la campaña se juega con 3 diferentes soldados aliados, desde diferentes perspectivas: desde la 82ª División Aerotransportada de Estados Unidos; desde el 1° ejército canadiense; y del Regimiento de Paracaidistas del Reino Unido. Este título es tercero de la serie para plataformas portátiles, es el primero para N-Gage y el segundo en salir para PocketPC. La versión de PlayStation Portable fue duramente criticado con (aproximadamente) 60 de 100%. GameSpy lo puntuó con 2.5 de 5 estrellas,45 señalando que la Inteligencia Artificial del juego fue "mediocre y ridícula", y señaló que a pesar de que el título tiene una gran "presentación", posteriormente se vuelve "mediocre". También se criticó el hecho de que el juego presentaba demasiados glitches.46
Call of Duty: World at War: Final Fronts es un spin-off de Call of Duty: World at War, adaptado únicamente para PlayStation 2. El título es completamente diferente al original, debido a que este tiene sus propias misiones, y un argumento totalmente diferente al de Call of Duty: World at War, en donde el jugador asume a Joe Miller, un soldado estadounidense del Cuerpo de Marines. En el argumento también se encuentra con el sargento Roebuck y el cabo Polonsky, los cuales tendrán las mismas voces que en el título original, sin embargo, su apariencia es ligeramente diferente. El videojuego está ambientado en la Batalla de las Ardenas, en Bélgica y Alemania; además, contiene una campaña británica, ambientada en el río Rin, hacia Alemania. Está desarrollado por Rebellion Developments y distribuido por Activision. Lanzado el 11 de noviembre de 2008. A diferencia de la versión para las consolas de séptima generación, esta recibió la clasificación "Teen", desde la ESRB.47 Este es el último título de la serie Call of Duty en ser lanzado para PlayStation 2.
Call of Duty 4: Modern Warfare DS: Fue lanzado el 9 de noviembre de 2007.El juego varia sus misiones ,sucesos y los personajes que las versiones para Microsoft Windows, PlayStation 3, Xbox 360.Cuenta con un personaje Estadounidense y otro britanico
Call of Duty: Modern Warfare: Mobilized es un spin-off de Call of Duty: Modern Warfare 2, adaptado únicamente para Nintendo DS. El título fue publicado el 10 de noviembre de 2009. Está desarrollado por n-Space y distribuido por Activision.48
Call of Duty: World at War: Zombies es un spin-off del popular mini-juego de Call of Duty: World at War: "Nazi zombies". El videojuego fue lanzado el 16 de noviembre de 2009, y está desarrollado por Ideaworks Game Studio, y publicado por Activision, está disponible únicamente para iOS.49
Call of Duty: Black Ops: Zombies es un spin-off basado en el modo "Nazi Zombies" del juego Call of Duty: Black Ops. Fue lanzado únicamente para las plataformas iOS, igual que su antecesora.
[editar]Ediciones especiales
Call of Duty: The War Collection es una compilación de Call of Duty 2, Call of Duty 3 y Call of Duty: World at War. Esta compilación se encuentra disponible únicamente para Xbox 360.50
[editar]Expansiones
Artículo principal: Call of Duty: United Offensive.
Call of Duty: United Offensive es una expansión del primer título de la serie, Call of Duty. Esta fue el 14 de septiembre de 2004. El título está desarrollado por Gray Matter Interactive, junto con contribuciones de Pi Studios; y distribuida por Activision para Microsoft Windows, y por Aspyr Media para Mac OS X. El videojuego está ambientado en batallas como: la Batalla de las Ardenas, en Bélgica; la Batalla de Kursk, en Rusia; y la Operación Husky, en Sicilia, Italia. En ella se personifica nuevamente a 3 soldados de las potencias aliadas de la Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos (como el cabo Scott Riley); Reino Unido (como el sargento James Doyle); y la Unión Soviética (como el soldado Yuri Petrenko).
[editar]Elementos característicos de la serie

[editar]Temática


Call of Duty: World at War es el primer título de la serie en representar el frente del Pacífico en la 2° Guerra Mundial, entre sus batallas se encuentra la redada de Makin.
Los primeros títulos de esta saga de videojuegos de disparos en primera persona, que van desde el original Call of Duty hasta Call of Duty 3, están ambientados en la Segunda Guerra Mundial y basados en hechos históricos, algunos muy conocidos, como el desembarco en Normandía o la defensa del territorio ruso por parte del Ejército Rojo, recreando las batallas más importantes, llevando al jugador por una serie de escenarios de Europa y el Norte de África, y siempre en la piel de un soldado inglés, estadounidense o soviético; y en menores ocasiones, francés o canadiense.
El cambio radical sucede en el cuarto título principal de la serie, Call of Duty 4: Modern Warfare, que deja atrás la Segunda Guerra Mundial para ambientarse en un conflicto bélico actual, que aunque ficticio, el cual intenta reflejar correctamente el carácter de los enfrentamientos modernos.51 Tiene como escenarios Europa Oriental y Oriente Medio donde el jugador encarna a miembros del Special Air Service británico y del Cuerpo de Marines estadounidense. En estos escenarios el jugador enfrentará a grupos terroristas rusos.52
El siguiente título, Call of Duty: World at War, vuelve al escenario de la Segunda Guerra Mundial.53 54 A consecuencia de esto gran parte del público se vio decepcionado por este hecho, debido al hecho de no haber continuado con el argumento de Call of Duty 4: Modern Warfare, sin embargo, el título ha sido muy bien recibido por la crítica, que elogió el gran trabajo realizado por Treyarch. Las principales características del título, son el hecho de centrarse principalmente en los conflictos acontecidos en el Pacífico55 56 (que solo habían sido representados en Medal of Honor: Pacific Assault y Medal of Honor: Rising Sun) y el realismo implementado en las batallas, que añade a la clásica jugabilidad de la saga, más sangre a los impactos de bala, amputaciones, incineraciones, y en general una temática más cruda y realista a la Guerra.
El siguiente título, Call of Duty: Modern Warfare 2, es una secuela del Modern Warfare original,57 en donde sigue los acontecimientos de su predecesor, además de seguir en escenarios como Europa Oriental, y seguir con ex-miembros del Special Air Service británico, los cuales han pasado a ser de la "Task Force 141",58 una organización militar ficticia del videojuego.
Su posterior título, Call of Duty: Black Ops,59 por primera vez en la saga, toma lugar en la Guerra Fría60 y es la secuela del anterior Call of Duty desarrollado por Treyarch, Call of Duty: World at War, en donde vuelven personajes ya conocidos, entre ellos, Dimitri Petrenko y Viktor Reznov,61 este último, teniendo un rol significativo en el título, debido a que es uno de los personajes primarios en el argumento del videojuego.62
El último juego de la saga, Modern Warfare 3, sigue la historia donde lo dejo MW2. En el veremos a personajes ya conocidos ,como la Task Force 141 o Makarov, luchando en una fictica 3ª Guerra Mundial.Tambien controlaremos a tres personajes nuevos, Derek "Frost" Westbrook, miembro de la Delta Force , Yuri, un ex-miembro del Spetsnaz y antiguo compañero de Makarov y a Andrei Harkov, un guardaespaldas del presidente ruso Volshevsky.
[editar]Elementos históricos


Call of Duty: Black Ops es el primer título de la serie en ambientarse en la Guerra de Vietnam.63
Las fases de desarrollo de los primeros títulos de la serie Call of Duty suelen ser los mismos. Casi todos los títulos, al estar centrados en la Segunda Guerra Mundial y sus batallas. El objetivo de todos los títulos es básico: revivir las batallas más importantes de esta guerra, comúnmente con un soldado británico, estadounidense o ruso. Ejemplos claros son: El desembarco de Normandía por parte de Estados Unidos, y la Batalla de Stalingrado, en esta jugando con Rusia, como se muestra en Call of Duty 2; La Batalla de las Ardenas, en Bélgica, como se muestra en Call of Duty: United Offensive; la primera y Segunda Batalla de El Alamein, como se muestra en Call of Duty: Finest Hour; y la Operación Market Garden, la Campaña de Italia, la batalla del Río Escalda y la Operación Varsity, la cuales son ambientadas en Call of Duty: Roads to Victory, entre otras. También hay uso de las batallas ficticias, como se ve en Call of Duty: Modern Warfare 2, en donde se ambientan lugares como: Washington D. C., Kazajistán, El Aeropuerto Internacional de Moscú-Sheremétievo, Río de Janeiro, Afganistán, entre otros, en donde se crean batallas actuales, pero ficticias. Por último, Call of Duty: Black Ops implementa batallas en la Guerra Fría, algo nunca antes visto, representando escenarios en los Años 60', tales como: Laos y Khe Sanh (básicamente en la Guerra de Vietnam), Cuba y El Ártico,64 también se debe resaltar el hecho de las operaciones encubiertas detrás de las líneas enemigas.
[editar]Música


Sean Murray ha compuesto la banda sonora de Call of Duty: World at War y del más reciente título de Treyarch: Call of Duty: Black Ops.65
A lo largo de la serie, ha habido varios compositores a cargo de las bandas sonoras de todos los títulos. Los dos primeros compositores: Justin Skomarovsky y Michael Giacchino, estuvieron a cargo del primer título de la saga, Call of Duty.66 Este último también estuvo a cargo de Call of Duty: Finest Hour (spin-off de Call of Duty).67 Curiosamente, Michael Giacchino posteriormente comenzó a ser compositor para videojuegos de Electronic Arts, entre ellos la serie Medal of Honor y el videojuego Black.68 En Call of Duty 2, la música fue compuesta por Graeme Revell, el cual también ha sido el compositor para películas como Las Crónicas de Riddick y Sin City;69 y la serie CSI: Miami. En el posterior título, Call of Duty 3, la banda sonora quedó en manos de Joel Goldsmith,70 reconocido de la franquicia Stargate.71 La banda sonora del posterior videojuego, Call of Duty 4: Modern Warfare, quedó a cargo de Stephen Barton72 y Harry Gregson-Williams, este último conocido por componer la banda sonora de varios videojuegos de la franquicia Metal Gear (tales como: Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots,73 entre otros). Sean Murray es el compositor de los siguientes dos títulos de Treyarch: Call of Duty: World at War y Call of Duty: Black Ops.74 Mientras que para Call of Duty: Modern Warfare 2, la banda sonora quedó a cargo de Hans Zimmer,75 conocido de películas como: Misión Imposible II; la segunda y tercera película de la saga tetralógica, Piratas del Caribe; Los Simpson: la película; entre otras.
[editar]Acogida
La franquicia de Call of Duty es considerada un éxito, la cual se ha incrementado desde su primer título, hasta hoy en día. Suele ocurrir que cada videojuego de la serie, es galardonado con varios premios, entre ellos, el Mejor Videojuego del Año. Hasta finales de 2010, la franquicia ha vendido más de 55 millones de copias,120 lo cual da un total de 3 mil millones de dólares en ventas.121 122
Así como su popularidad en ventas, también tiene una popularidad en críticas negativas. Tales críticas se deben a su violencia cruda; al argumento en sus videojuegos, entre otras. Un claro ejemplo es Call of Duty: Modern Warfare 2, el cual es considerado el videojuego más controversial de la franquicia, y el más controvertido del 2009.
La principal controversia se debe a la cuarta misión del videojuego, llamada «No Russian», donde el jugador toma el papel de un soldado estadounidense, "Joseph Allen", bajo el alias "Alexei Borodin". Este se encuentra infiltrado en un grupo terrorista ruso por órdenes de la CIA, el cual debe asesinar a multitud de civiles a sangre fría en un aeropuerto ruso. El jugador puede abstenerse de tomar parte en la masacre, e incluso es avisado al empezar una nueva partida de la existencia de una misión que puede herir la sensibilidad de algunas personas, pudiendo omitir esta misión (o saltarla si ya la ha empezado) sin sufrir penalización alguna, como pérdida de puntos, o el no obtener un logro dentro del sistema del usuario (en las versiones de Xbox 360 y PlayStation 3, respectivamente). A pesar de la posibilidad de abstención de la misión, las críticas no dudaron en salir, el videojuego fue duramente criticado por parte de Fox News, y también supuso que "Juegos como estos sirven para entrenamiento terrorista",123 debido únicamente a la misión ya nombrada. Games Radar la citó como una de las 10 escenas más violentas de un videojuego, resaltando el hecho de la posibilidad de acabar con un pelotón anti-disturbios.124 Desde la salida del videojuego ha habido un atentado terrorista real en el aeropuerto, en donde se culpa a Modern Warfare 2 por instigar el intento de atentados.125 En Rusia, la misión fue completamente censurada para la versión de computadora personal.
Call of Duty: Black Ops, el siguiente videojuego en la serie, tampoco se salva de las críticas. Fue condenado por medios afines al gobierno de Cuba debido al intento de asesinato del líder comunista, Fidel Castro, todo esto, en la primera misión del videojuego.126
Call of Duty: Modern Warfare 3, lanzado en el mes de Noviembre de 2011, en sólo 24 horas acumuló ventas por 6,5 millones en Estados Unidos y el Reino Unido, lo que implica un nuevo record de ventas para la franquicia. Sin embargo, las críticas esta vez no apuntan a eventos polémicos que se desarrollan durante el juego sino que en foros especializados los usuarios han criticado la poca innovación de esta nueva entrega, argumentando que el juego no ofrece nada mayormente nuevo. Sin embargo, esto no se ha reflejado en las ventas y, en estos mismos foros, se puede apreciar cierto número de usuarios que defienden la franquicia por su divertimiento y adición de nuevos elementos, aunque reconocen que no hay cambios significativos.

Call of Duty Black Ops 2 Live


A gigante Activision ainda não revelou muitos detalhes de seus planos para a E3. Mas não há dúvidas de que seu destaque será"Call of Duty: Black Ops II". Sequência para um dos jogos mais vendidos da história, o novo FPS da Treyarch traz combates futuristas pela primeira vez na série.
Não adianta negar, o principal jogo da Activision em 2012 é "Call of Duty: Black Ops II". O jogo da Treyarch tenta inovar sobre uma fórmula consagrada. Se o jogo tiver uma campanha não tão linear e modalidades de jogo realmente inovadoras, poderá atender as queixas que sempre acompanham o lançamento de um novo "Call of Duty". Mas será que é isso mesmo que os fãs querem?

Ainda assim, o jogo mantém muito do DNA da série. O motor gráfico é o mesmo desde "Call of Duty 4", mas com pequenas melhorias. O modo 'zumbi', criação da Treyarch em "Call of Duty: World at War", retornará, em uma misteriosa versão maior e mais ambiciosa.

"Black Ops II" tem uma grande missão pela frente. Agora é esperar a E3 para descobrir se a Treyarch vai atender ao chamado do dever.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

RESIDENT EVIL 6


De acordo com o site 1UP, citando o produtor Jun Takeuchi, o sucessor de "Resident Evil 5" será um novo começo para a série. Por ora, o japonês não detalhou como o game vai mudar depois da edição que está para chegar aos Estados Unidos em 13 de março.

A franquia fez sua estreia no PSOne em 1996 e popularizou o subgênero hoje conhecido como horror de sobrevivência. O game manteve sua ação cadenciada e controles do tipo "tanque" até a chegada de "Resident Evil 4", que apostou em mais liberdade de ação, principalmente para os tiroteios, além de trazer mais dinamismo.

"Resident Evil 5" promete seguir as mudanças introduzidas pelo seu antecessor direto, que ficou com muito mais ação. O game traz mais esquema de controles: alguns são baseados no antecessor, mas também já configurações que lembram a de um jogo de tiro em primeira pessoa.

Dando continuidade à dinastia de mulheres fortes na franquia - Jill Valentine, Rebecca Chambers e Ada Wong são algumas dessas heroínas -, "Resident Evil 5" apresenta uma nova personagem: Sheva Alomar, agente da mesma organização à qual pertence Chris, a BSAA. De ascendência africana, ela é bela e perigosa, com inteligência apurada e vasto treinamento em armas de fogo, além de ser exímia lutadora. A agente aparece usando ao menos três armas diferentes, entre pistola, espingarda do tipo "shotgun" e rifle de precisão.

Em nota relacionada, Takeuchi, agora falando para o site MTV Multiplayer Blog, afirmou que a demonstração jogável de "Resident Evil 5" foi baixada mais de quatro milhões de vezes, juntando as versões para Xbox 360 e PlayStation 3.

ASSINS CRED 3

Finalmente a Ubisoft tornou oficial Assassin's Creed III com o seu primeiro trailer e segundo a própria afirma, o espetacular vídeo é feito com recurso ao motor de jogo, algo completamente fascinante. Assassin's Creed é uma série de enorme profundidade e com histórias e mundos paralelos ao central que vemos nos videojogos. AC dá ainda a sua própria visão de alguns dos maiores acontecimentos da história que moldaram a humanidade (neste terceiro já temos a Ubisoft a brincar com a travessia do rio Dellaware por George Washington num dos quadros mais famosos sobre a altura aqui retratada). Mas voltando ao trailer, podemos dizer que cada novo jogo é alvo de grande estudo e atenção pela sua comunidade devota e muito se pensa e discute antes do lançamento. Então, para iniciar o debate ou o estudo em redor da nova aventura que vai decorrer na Revolução Americana no Século XVIII, na qual temos Ratohnhaké:ton como protagonista, que mais tarde vai adotar o nome de Connor, vamos olhar para o trailer de apresentação e ver que tipo de informações nos dá sobre o que esperar do jogo final e que tipo de direção a equipa de desenvolvimento está a adotar para o novo Assassin's Creed.
Quadro original da travessia do rio Dellaware por George Washington O trailer começa com uma vista panorâmica do Mohawk Valley e aqui o que temos a retirar é que este é mesmo um local real, nos arredores do estado de Nova Iorque. Na altura em que o jogo decorre, podemos ver que os eventos aqui mostrados decorrem em 1777 (o jogo vai começar em 1753 e terminar em 1783) este era um ponto estratégico de alta importância em termos políticos, militares e económicos, daí se tornar compreensível o confronto em larga escala que vemos decorrer no trailer. Este era também um local habitado por nativos Americanos o que nos leva também a ponderar se não será este o local de nascença de Connor pois ele pertence à tribo Mohawk. Outro elemento de grande importância nestes primeiros segundos do trailer é a águia que vemos a voar pelo vale. Este elemento em si está carregado de simbolismo pois a águia está associada aos Assassinos da série mas também é um dos maiores símbolos da nação Norte Americana, assim como uma espécie sagrada para as tribos indígenas. Quando a águia desaparece e a cena passa para uma bandeira Inglesa caída no meio da neve, vemos um chapéu a voar com o vento e nele podemos ver uma falha não normal, pelo menos na realidade mas já bem tradicional no Animus. Isto indica-nos claramente que, como se já não soubesse-mos, tudo isto está a decorrer na máquina que nos permite conhecer as experiências vividas por antepassados dos Assassinos. Assassin's Creed 3 - Primeiro trailer Por breves instantes vemos uma cena noturna na qual Connor permanece de pé no meio de uma floresta enquanto neva e lanternas surgem à distância. Connor saca imediatamente do seu machado Tomahawk e aqui temos algo consistente em praticamente tudo o que tem sido revelado sobre o jogo, esta arma está a ser alvo de grande destaque e vai provavelmente ter grande peso e simbolismo no jogo. Quando Connor investe sobre a patrulha de soldados Ingleses vemos o protagonista a desferir golpes que recorrem a animações novas e que conferem grande realidade e dinamismo a toda a ação. Pelo meio vamos vendo cenas diurnas que nos mostram o resultado do confronto e temos outro elemento curioso, os lobos que chegam e começam a alimentar-se dos cadáveres. Isto pode ser um indicador que a vida animal vai ter um papel importante nas mecânicas de gameplay, tal como sugerido em algumas imagens reveladas. Mais sobre Assassin's Creed 3 Antevisão: Assassin's Creed 3 - Antevisão Com melhor aspeto do que nunca. Entrada Blog: Ubisoft - Conferência em direto E3 2012 Assassin's Creed 3 e muito mais. Entrada Blog: Ubisoft: Conferência E3 2012 em direto Terá início às 23:00 de Portugal. Vídeo: Assassin's Creed 3 - AnvilNext trailer O demonstração do poder do novo motor de jogo. Screenshots: Assassins Creed III visita Boston em imagens De volta ao confronto noturno, Connor desfere golpes violentos cujas animações surpreendem pelo seu realismo e pela novidade em si dentro da série, transparecem um enquadramento de maior brutalidade. Por um lado temos uma pequena sugestão que vamos ter execuções diversas e violentas enquanto por outro ficamos intrigados pela ausência da Hidden Blade pois Connor combina com graciosidade uma pequena adaga e o machado mas não usa a emblemática arma da série. Será que a Ubisoft está a brincar com os fãs e com a sua curiosidade? Connor continua o seu ataque e voa para executar um soldado Inglês montado num cavalo. Toda esta cena parece servir para mostrar algo mais que uma cena cheia de estilo, parece querer mostrar um tom mais violento, mais sombrio, que estará ligado à personalidade do personagem. Afinal de contas Connor tem um passado violento e a vingança é um dos seus grandes motivadores, algo que o seu sorriso sádico demonstra quando retira o machado da vítima. De volta aos campos brancos banhados pelos raios de sol matinais e temos o primeiro olhar sobre as mecânicas de plataforma tão aclamadas na série. Pensar que vamos ter ambientes mais vastos e selvagens cria um grande contraste com as paisagens citadinas da série, repletas de casas pelas quais saltamos e corremos. Aqui, Connor corre e salta pelas árvores com a mesma graciosidade que Altair e Ezio faziam pelas casas. Num dos primeiros instantes desta cena vemos mesmo uma das mecânicas mais conhecidas a ser mostrada, quando Connor se agarra a um ramo e este mostra mobilidade para que contorne uma árvore. É um dos pontos mais curiosos e que mais entusiasmo vai suscitando, pensar em como as mecânicas de plataformas e parkour estão a ser adaptadas para ambientes selvagens nos quais vamos trepar árvores, correr por ramos e atacar dos pontos altos que oferecem. 1/5 AnteriorPróximaVer todos Quando termina a sua corrida a câmara foca de frente e em grande plano Connor e aqui somos novamente confrontados com uma das perguntas mais frequentes na atualidade. Tem Connor a tradicional cicatriz no lábio que tanto caracteriza esta linhagem à qual Desmond pertence? Pode ser meramente a Ubisoft a "brincar" com os fervorosos fãs mas Connor não parece ter essa cicatriz o que nos deixa a pensar se é tudo um jogo da Ubisoft e que a vai ter mas mais tarde, ao contrário dos anteriores protagonistas, ou se não é Desmond que está no Animus e temos possivelmente um novo personagem envolvido. Quando a câmara passa para as suas costas temos uma perspetiva panorâmica sobre o vale e vemos um confronto de larga escala prestes a manchar de vermelho a planície branca repleta de fardas azuis. Agora vemos que o discurso que George Washington ia fazendo enquanto Connor corria se dirigia às suas tropas que estavam prestes a entrar em confronto com os Ingleses. "É agora chegada a hora que vai determinar se os Americanos vão ser homens livres ou escravos! O nosso cruel e impiedoso inimigo deixa-nos apenas a escolha de brava resistência ou desprezível submissão. Decidimos então conquistar, ou morrer!", diz Washington. Por fim o início do confronto fecha o trailer e temos a confirmação de 31 de Outubro como data de lançamento para este Assassin's Creed 3 e ainda uma nota que refere uma incógnita quanto a uma possível versão PC, apesar de já ter sido apresentada a capa oficial desse formato, e a completa ausência de informação relacionada com a versão Wii U, já confirmada pela Ubisoft. Pelo meio também podemos ver a menção do Kinect o que nos deixa a ponderar se de alguma forma vai ser implementado no jogo

CRYSIS 3


CRYSIS 3 PREVIEW

OLA GAMERS Tudo indica que o próximo jogo da Crytek será Crysis 3. Depois de uma imagem descoberta online na loja Origin da EA GAMES, esta foi removida imediatamente depois de ter sido publicada por vários sites. Em relação a Crysis 3 não há muito a dizer. Existe uma arte/imagem que podem ver em baixo Pela imagem conseguimos ver um pouco de um edifício destruído, arte semelhante a Crysis 2. Será Nova Iorque novamente o palco deste novo jogo? Em baixo deixo-vos a imagem capturada antes de ser removida, da pré-reserva de Crysis 3 na Origin.